taxistas, freud e mega sena
sonhei de novo com pássaros de estimação sorrindo com a o bico cheio de dentes para mim. já perdi a conta de quantas vezes isto já me aconteceu. não acredito que os sonhos tenham lá algum significado intrínseco ou coisa parecida, a gente simplesmente sonha com coisas que acontecem no nosso dia a dia, inconscientemente pensamos ou simplesmente nossa mente gosta de brincar com imagens, sons e até cheiros mil, só para no dia seguinte você ficar encucado com isso. freud diria que é inveja do pênis, problemas na infância, complexo de édipo ou daria uma bela fungada e tentaria de novo completar sua teoria bizarra. nunca acreditei muito no discurso de gente drogada, embora isto me divirta bastante, mas não dá lá muito para se levar à sério.
depois de alguns remédios diagnosticados via embratel a dor passou. desde anteontem deixei a mão direita no maior repouso possível. com muita dificuldade consigo escrever estas linhas apenas com a mão esquerda, acabo usando a esquerda também. mudei o mouse de lado, assim diminuo o stress sobre os músculos e treino um pouco a esquerda. engraçado que a gente vive desperdiçando nossa fisiologia e acostumando mal determinadas partes do corpo. exemplo? caiu no chão da cozinha uma colher. vamos supor que ela não está suja de feijão nem nada. uso os dedos dos pés para apanhar sem precisar me agachar. sem contar de quantas vezes usamos cotovelos para abrir portas ou principalmente bater no oponente atrás de você. não, o curso de kung fu está fechado, prefiro rir um pouco vendo os filmes do Jet Li. acho que por isso sonho tanto com kung fu. e quanto eu penso que o rídiculo já chegou ao limite da tolerância humana vejo essa nota ontem no Globo:

O táxi dos dálmatas
Sérgio Nascimento é taxista há três anos. Há cerca de dois meses, depois de comprar dois cachorrinhos de brinquedo, desses que balançam o pescoço, teve a idéia de fazer o ¿Táxi dos 101 dálmatas¿. ¿Como os passageiros gostaram, pensei: vou criar um layout para mim¿, conta. Sérgio está com 73 cães ¿ e lucra com a sacada. Foi contratado para fazer ponto em festa infantil. ¿Muita gente quer comprar, uma passageira até me chamou de egoísta, mas eu não vendo os bonequinhos. Quero chegar aos 101¿, conta Sérgio, que tem cartão de visita com desenho dos cachorrinhos e quer decorar o interior do carro com as patinhas deles.


como se não bastasse os taxistas serem os tipos mais esquisitos da face da terra ainda corro o risco de pegar um cheio desses cachorrinhos dentro. eles hipnotizam a gente, por mais que você evite acaba invariavelmente olhando para eles, depois não consegue mais parar de olhar. isso não é o pior, se o taxista pergutar se vai chover danou-se tudo. é o velho golpe do "será que vai chover". começa com uma simples pergunta e quando a gente se dá conta o taxista já te alugou com conversa fiada. daqui a pouco até foto da família ele vai te mostrar. e pode ser pior, você se distrair e acabar contando coisas suas também. um belo dia você chama outro taxi e qual vai ser a sua surpresa? "puta merda, eu contei para este taxista um monte de merda, será que ele vai se lembrar?" mas é claro!!! um dia desses eu saí muito bêbado de uma boate de botafogo e peguei com minha namorada um táxi. abri a janela para tomar um pouco de ar, deixar a tonteira passar e essa vontade de chamar o ugo. nem andamos dez metros começou a subir aquele gosto amargo na garganta. pronto, vou gorfar. nem bem pensei em fazer pela janela o taxista parou o carro, abriu minha porta e me botou para fora do carro. que medo as pessoas tem do vômito dos outros não?! fiz o que tinha que fazer, ele me providenciou um desses papel toalha que tinha no porta luvas e fomos em frente. paguei a corrida, me desculpei e segui meu rumo, rumo ao chuveiro para curar esse porre. meses depois qual foi a minha surpresa? mal entramos no táxi e o motorista já mandou na lata "não vai vomitar de novo não, né?"
ontem fui jogar na mega sena, coisa rara, mas se ganhasse metade desse dinheiro teria um destino certo, baby. outra metade seria esbórnia mesmo. bem, chego na casa lotérica, corro para fazer o jogo, são quase 19h. segundos depois de terminar meus números uma das atendentes da casa lotérica avisa que terminaram as apostas. insisto, sabe como é que é, brasileiro não desiste nunca. já eram 19h10, o sistem não aceitava mais.
- Quer saber de uma coisa? Vou fazer porra nenhuma de jogo!
- Desculpe, mas é o sistema, só normaliza depois das 20h!
- E tem mais! A mega sena vai acumular, ninguém vai ganhar esse jogo!
deu no que deu, a mega sena não acumulou de novo?

até então, depois do calorão de ontem, ameaça uma chuva aqui na cidade. pronto, já te peguei no papo do taxista, daqui a pouco tu vomita no teclado e pronto, a gente já tem outra história para contar.
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a vizinha de baixo meteu o cabo da vassoura de novo. dessa vez ela pode até ter tido razão, mas um controle remoto caindo no chão não é barulho suficiente para ficar batendo com a vassoura e me incomodando! só vou perdoar esta pobre velhinha porque sou muito tolerante e de mais a mais ela não vai incomodar por tanto tempo assim. dia desses sabe lá não?
ao contrário de ontem hoje me sinto um pouco mais animado, corpo moído, parece que saí de uma orgia agora pouco. é, pegar ônibus no rio de janeiro em determinados horários é quase uma orgia, apesar das pessoas estarem todas vestidas, mas o calor, a proximidade dos corpos, espremidos nos bancos e corredor, os corrimãos e demais partes onde as pessoas se seguram durante o trajeto, nas curvas, retas e freiadas do coletivo estão suadas, sujas, ensebadas, se pensar muito você nem chega perto, deixaria a inércia tomar conta de tudo, correr o risco de cair sobre alguém, entrando ou saindo. custa apenas 1,80, mas pode ser que logo fique mais caro. mesmo assim ainda precisamos da orgia, digo, do transporte. de metrô é mais caro mas tem ar condicionado. só não dá para a cidade inteira. é sistema de transporte carioca é realmente uma foda mal dada. vivo reclamando que meu ônibus demora a chegar, tanto para sair daqui, no jardim botânico, como para vir de copacabana. felizmente livros, revistas em quadrinhos, e outros recursos visuais ocupam meu tempo. tem que pensar! otimizar cada oportunidade, não desperdiçar segundo algum.
falando em desperdiçar peguei outra linha para o trabalho. o 521 chega bem na rua do escritório, mas com uma pequena desvantagem, sai de copacabana e dá a volta em botafogo só para depois ir para o jardim botanico. melhor mesmo tem sido pegar o 463 e descer no humaitá, vir andando até a maria angélica e depois chego suado, cansado e puto na minha rua, em menos tempo que a outra linha. de fato é uma completa estupidez isso, bastava acordar mais cedo para pegar o 521 e não andar tanto. sim, e quem consegue? o que te sobra em disciplina me sobra em criatividade, tudo, menos disposição para acordar cedo. galinha acorda cedo e esse negócio de botar ovos não é comigo. fico com a parte de engolir sapos.
faz um calor dos diabos no rio de janeiro hoje. escolho logo a camisa mais grossa e a que marca mais no corpo quando fico suado. este ventilador que comprei aqui para a minha sala foi providencial. como o ar condicionado ficava regulado ao bel prazer dos outros funcionários, não apito nada nesta empresa mesmo, tive que recorrer a minha carteira, tirar do meu bolso para trabalhar com o mínimo de conforto. era isso ou continuar suando o dia inteiro. foi o que me salvou hoje deste bafo.
almoço sozinho de novo. nem me preocupo, sobra mais tempo para ler. às vezes até consigo caminhar no parque laje, cenário de TERRA EM TRANSE, que revi mês passado com uma amiga. inauguração de mais um complexo de salas de cinema. muita gente dormiu, eu ouvi! nem todo mundo tem paciência para ver glauber, ainda mais filme preto e branco. na verdade o problema todo é a linguagem que ele usa. inteligência, quando tem que usar um pouco que seja dela as pessoas tendem a enfraquecer, algumas fogem, outras dormem, uns poucos prestam atenção, porque realmente estão entendendo. sim, gosto de glauber, mas não me sinto mais inteligente por isso. talvez menos cretino, e com mais duas horas de conversa.
sim, passei o dia inteiro à toa, publicando fotos antigas e novas em um álbum virtual. boteco taco, é o nome. algumas das vezes em que a turma esteve lá. se gosto de jogar? gosto mais do que eu sei, aprendi a me divertir mesmo perdendo. é só mais um pretexto para conversar e beber, principalmente beber, se é que alguém precisa de pretexto para isso.
não, não bebo tanto quanto imagina, talvez até menos do que você, provavelmente um tanto quanto. não é uma competição, é apenas uma bonificação semanal para todo ser humano normal deveria ter. trabalhou a semana inteira, aguentou a pressão do trânsito e das pessoas, gastou toda a energia provando seu ponto de vista, mostrou quanto seu esforço foi importante para um projeto, descobriu um amigo no orkut, saiu para comprar um presente de um casamento onde não vai se divertir nem um pouco a não ser que fique bêbado e imite (de novo) o sidney magal que tanto pedem, dormiu mal dias e dias, fez pouco sexo e ainda por cima brigou com seus pais e nem se lembrou do dia em que faziam trinta e um anos de casados. felizmente eu lembrei, mas só vou dar os parabéns quando "encontrar" os dois em casa, mesmo por telefone, aliás, estamos longe mas nunca tão distantes.
papai resolveu jogar xadrez. bom saber que estamos curtindo algum esporte. ele nas peças eu nas caçapas. bom, muito bom. ele já tentou até campeonato. eu fico só com a diversão. não pretendo entrar para um clube que me aceite como sócio - excelente, fui quase original agora!
minha tendinite voltou. começou agora. dói do mindinho até o cotovelo, o braço direito se contrai todo. estou tentando escrever com a esquerda, muito lento. vou precisar imobilizar de novo ou fazer uma nova sessão de fisioterapia. vou parar por aqui, tenho até muito mais para escrever mas a dor me tira o tesão de qualquer coisa. não vou poder jogar sinuca tão cedo... amanhã eu tento de novo.


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18:25 e mais de comentários sobre isto.





como de costume, perco a hora, ou dormi demais, me distraí com alguma coisa no caminho de casa para o trabalho ou foi a mais completa incapacidade de se chegar cedo para o serviço. tento pensar em algo agradável e só me lembro de ter levantado de madrugada louco para ir ao banheiro urinar. cheguei a tempo, quase fiz nas calças. preciso me lembra de deixar mais roupas de dormir na casa dela.
não saí para almoçar hoje, estou sem fome. fui na rua comprar coca coca, só para não dizer que vi o sol. a parte do dia compreendida entre pegar o ônibus para o escritório e chegar ao trabalho não conta. óculos escuros, vista ainda embassada e a mais completa distração sobre o que tem à minha volta embora algumas coisas realmente acabam me chamando atenção.
não sobrou muito tempo do almoço agora, meu chefe começou a comentar sobre o jogo de ontem do real madrid e acabei me distraindo mais uma vez, apesar de ter sido um papo agradável. passei a gostar mais de futebol depois que vim morar no rio de janeiro. antes eu não gostava nada, mal tinha um time por quem torcer.
mais uma vez perdi o fio da meada então vou ao óbvio só para variar. que os óculos escuros são imprecindíveis para o ser humano, aprendi isso com uma grande amiga, não por coincidência fomos namorados, e no meio do caminho não sei bem o que levou uma coisa a outra ou isso ou aquilo. bem, faz tempo que não nos falamos e não cabe aqui ficar contando também certas intimidades. nãõ, não, não sou daqueles que odeiam suas exnamoradas, mas minha atual namorada não ia gostar nada de me ver gastando mais do que três linhas para falar da ex. não se preocupe, querida, este corpanzil só tem uma dona e nem pretendo reatar contato com ninguém, elas estão felizes onde estão, onde quer que seja, espero.
foi inevitável. sempre tento correr ao sair de casa para não dar a oportunidade de vizinho algum ver minha pessoa. continuo dando bom dia, boa tarde e boa noite, na maior parte das vezes são os porteiros com quem encontro mais. engraçado que pouco conversamos, um ou outro que acabo parando mais na portaria e acabo comentando do jogo de ontem, fulando que fez isso assim assado e tudo mais. hoje, chegando no meu prédio, um dos porteiros que ficam na entrada de serviço me abordou para pedir cinco reais emprestado. sem problema, fosse um vagabundo na rua perto do bar justamente na hora em que fui comprar minhas revistinhas na banca de jornal provavelmente eu teria negado. apesar da pressa conversamos rapidamente, ele se justificando sobre amanhã ou depois receber o salário, ia me pagar. sem delongas disse para não se preocupar, não ia ser cinco reais na carteira a me fazer falta. tudo bem se o porteiro pediu para tomar uma cachaça, pelo menos para mim ele faz por merecer, afinal, nunca o encontrei bêbado no serviço e sempre quando precisei de algum favor ele estava a postos. acho que funciona assim.
agora pouco me ligou uma amiga da noitada. mais amiga da minha namorada, pois ela ficava na chapelaria de uma boate que costumávamos ir. ríamos muito quando chegávamos lá, pois o italiano, dono da boate, acabava relutando muito mas sempre liberava a entrada da gente. somos chatos, mas a cara de pau é toda da minha querida. ela e essa amiga, trocamos telefone um dia, ficamos sabendo que ela ia sair da boate, uns dias depois tomamos uma cerveja com ela e o marido, foi bem agradável. pena que a gente sempre estava meio alto quando encontrava com essas e outras pessoas. queria me lembrar de todo mundo que conheci nessas noitadas. sempre acontece da gente sair e pessoas nos abordarem na noite e nada de lembrar de onde nos conhecemos. desculpe, mas acho que fui até simpático no telefone. prometemos combinar esse chope.
peguei uma mania de ficar anotando coisas sem sentido. sem sentido para você talvez, para mim ajuda bastante na hora de lembrar, sabe, das coisas. devo ter vários caderninhos de rascunhos espalhados por aí. alguns tive o cuidado de guardar para transcrever para o computador, outros já digitei o que interessava e uns tantos outros se perderam no esquecimento.
a coca cola que comprei já acabou. aliviado, solto sem fazer ruído um arroto entalado na garganta.
por que não consigo copiar minhas músicas do joy division para o meu computador? droga, tenho que voltar ao trabalho agora. ontem foi muito divertido, há muito tempo não ria tanto com a turma. nosso amigo hospitalizado estima ainda cuidado, mas será brevemente operado. diz que sonha com água, desde quinta feira está alimentado por soro. maldita vesícula. o porre de volta será uma festa só, mas antes vamos ter que esperar um amigo voltar da colômbia e claro, uns últimos acertos antes de publicar o filme na internet.
vou comprar um cd do cachorro grande. o dead fish ainda só por mp3, mas o show foi muito bom. amanhã publico as fotos.


isso? foi no boteco taco, sexta passada. deu mole foi para a internet.



mais tarde... (texto novo, escrevi ao longo do dia)
acabei de lembrar que hoje fiz a barba. mal e porcamente. toda segunda feira, pego aquela lâmina velha - semana que vem eu troco - e passo na cara sem creme nem água. bato na pia para tirar os pêlos e mando ver de novo. coisa de homem, nada de frescura. ficar gastando dinheiro com espuma, gel, qualquer merda para passar na cara e manter a pele lisa e cheirosa. conheci um pracinha que serviu na segunda guerra e até hoje ele ainda usa álcool depois de fazer barba. arde um bocado, mas limpa e resolve o problema. vou experimentar dia desses, quem sabe eu me dou conta que já não se faz cabra macho como antigamente.
"acho que as pessoas que têm cadernos e anotam seus pensamentos são umas cretinas. só estou fazendo isso porque alguém sugeriu que eu fizesse. como você vê, não sou nem mesmo um cretino original. mas isso, de alguma forma, faz com que seja mais fácil. só deixo rolar. como uma bosta quente ladeira abaixo." - trecho de O CAPITÃO SAIU PARA O ALMOÇO E OS MARINHEIROS TOMARAM CONTA DO NAVIO, Charles Bukowski. li este trecho agora há pouco e percebi que também sou um cretino. de repente me sinto bem em ser um cretino, mas com consciência disto!
café não sai da garrafa térmica. forço um pouco mais e só "cospe". abro a maldita e percebo que está cheia. atarracho a tampa novamente e tento ordenhar o bendito líquido preto que costuma sair dali. o copo de plástico enche, estou satisfeito, posso voltar para minha sala e trabalhar relativamente em paz. quando me viro para a porta dou de cara com meu chefe, quase derrubo o copo cheio de café na camisa dele. telefone toca mais umas vezes e resolvo atender. um amigo, faz trabalhos com a gente aqui, um bonachão, parece o papai noel - se ele ler isso um dia vai me bater. o papo acaba parando em futebol, claro, a gente é um pouco simplório nesse assunto quando não estamos tratando de trabalho. mais um motoqueiro se acidentou. conta sobre um outro, que já estava de licença porque havia quebrado o braço, e foi justamente o cara que o substituiu a se acidentar agora. isso que o anterior havia voltado há seis meses de um outro acidente onde o carro passou por cima dele em um cruzamento. rir é inevitável.
percebo que isto tudo aqui não é só um momento de inspiração, mas são umas poucas das milhares coisas que vivo esquecendo, preciso dizer, escrever, reler, me lembrar, dar conta de tudo para não me perder. e enlouquecer. sanidade, quem precisa disto? e o dia mal chegou na metade, de repente continuo. só de pensar que agora tenho quatro fotologs para atualizar, uffs!!!
o chefe saiu, me deixou aqui na sala com nada para fazer. levou o estagiário que está rodando a empresa para conhecer uma gráfica. vou para a varanda relaxar um pouco, essas pernas que doem de tanto ficar sentado o dia inteiro. pé direito ainda dói nos dias mais frios e quando forço um pouco para o lado. é aonde destendi o tendão, quase rompi um dia correndo atrás de um ônibus. nunca mais corri para pegar o ônibus. agora espero fungando e bufando quando passa a a alguns centímetros, mas ficar com a perna engessada de novo por dois meses nunca mais.
muito contrariado vou ao segundo andar deixar alguns papéis e materiais que fizemos com o atendimento da agência. no caminho cruzo com o dono aqui da empresa. ele está, daquele jeito que a gente já conhece, dando um esporro na secretária. acabo concordando com ele:
- mulher tem que tratar assim!
- é, senão ela cria marra!
- (rindo) não tô dizendo...
volto ao que estava fazendo e de lado olho para a secretária que faz de tudo para evitar mais uma risada. na volta eu iria dizer a ela que chefe é chefe, até se estiver errado a gente tem que concordar e rir da piada. você não concordaria? 18:20, dou por encerrada minha contribuição com a economia nacional.
14:34 e mais de comentários sobre isto.





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